Destaque ONU News - 25 de maio de 2018

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    Olá, diretamente da sede das Nações Unidas em Nova Iorque, começa mais um Destaque ONU
    News.
    Eu sou Daniela Gross.
    Neste programa, vamos falar da adoção de uma resolução sobre insegurança alimentar
    e conflitos no Conselho de Segurança; você vai conhecer a situação de crianças refugiadas
    rohingya em Bangladesh.
    E para encerrar, uma entrevista exclusiva da ONU News com uma portuguesa que integra
    a Comissão de Direito Internacional.
    Mas vamos ao Conselho de Segurança, que adotou uma resolução sobre a relação da fome
    com conflitos.
    Os países patrocinadores foram a Cote d'Ivoire, também conhecida como Costa do Marfim, Kuweit,
    Holanda e Suécia.
    A reportagem é de Eleutério Guevane.
    A resolução procura chamar a atenção para a ligação entre conflito e fome, e também,
    o aumento da insegurança alimentar nos últimos anos.
    Segundo os países-membros do Conselho de Segurança, existe uma forte associação
    entre fome e conflitos armados.
    A resolução 2417 foi aprovada por unanimidade.
    A representante da Holanda, Lisa Gresoire-Van Haaren, disse que foi um verdadeiro sinal
    de esperança que o Conselho tenha sido unânime em concordar com algumas normas básicas da
    humanidade.
    Ela agradeceu aos membros do Conselho e disse que tinham dado um grande passo para que o
    uso da fome como técnica de guerra se torne um crime do passado.
    Já o coordenador político do Reino Unido, Stephen Hickey, disse que milhões de pessoas
    vivendo em situações de conflitos armados sofrem com um nível alarmante de fome por
    causa de ações políticas e militares.
    Para ele, a adoção unânime da resolução salienta a convicção do Conselho de que
    a fome não é algo que as partes envolvidas nos conflitos não possam evitar.
    A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, lembrou que após quase
    uma década de redução, o número de pessoas com fome novamente cresce.
    Apenas em 2016, 815 milhões pessoas sofriam com desnutrição crônica.
    E vamos agora falar de uma outra crise que afeta crianças refugiadas.
    Acampamentos de Cox's Bazar, em Bangladesh, estão abrigando crianças e mulheres da minoria
    rohingya que fugiram do país vizinho, Mianmar, por causa da violência.
    A atriz indiana e embaixadora da Boa Vontade do Unicef, Priyanka Chopra, realizou uma visita
    ao local.
    Quem traz mais detalhes é Monica Grayley.
    A embaixadora do Unicef fez uma viagem de quatro dias à região, onde visitou campos
    de refugiados e assentamentos informais.
    Ela conheceu centros de aprendizado infantis do Unicef.
    Priyanka Chopra disse com a visita pôde entender a seriedade da crise e a dificuldade de manter
    a educação das crianças nos campos. A embaixadora da Boa Vontade mencionou
    que os desenhos feitos pelas crianças na escola retratavam a violência.
    A atriz indiana contou ainda que todas as crianças que encontrou, queriam voltar para
    casa, estudar e construir um futuro.
    Priyanka Chopra disse que não importa qual é a história de uma criança, a religião,
    a etnia, crença, nada...
    O que importa mesmo é o papel de cada uma na construção do futuro.
    Para ela, o risco de essas crianças se tornarem uma geração perdida
    deve ser um problema de todos.
    Da ONU News em Nova Iorque, Monica Grayley.
    O governo de Bangladesh recebeu mais de 700 mil refugiados rohingya desde agosto de 2017.
    E aqui nas Nações Unidas, uma reunião marcou os 70 anos da Comissão de Direito Internacional
    chamando a atenção para a baixa representação de mulheres no grupo.
    O encontro, que contou com a presença do embaixador de Portugal Francisco Duarte Lopes,
    lembrou que em 70 anos apenas 7 mulheres foram eleitas para a Comissão.
    Uma dessas poucas mulheres é a jurista portuguesa, Patricia Galvão Teles.
    Logo depois da reunião, ela conversou com a ONU News.
    Vamos ver.
    A propósito da comemoração dos 70 anos da Comissão de Direitos Internacional, organizou-se
    também uma exposição com muita informação sobre a Comissão,
    que está na sede das Nações Unidas em Nova Iorque.
    Por exemplo, temos aqui uma fotografia o dia da eleição em novembro de 2016 em
    em que, as quatro mulheres, atualmente membros, foram eleitas pela Assembleia Geral,
    pelos 193 estados da Assembleia Geral das Nações Unidas.
    Aí a conversa de Patricia Galvão Teles com Eleutério Guevane, aqui da ONU News.
    Ela não representa Portugal na Comissão de Direitos Internacional que tem mandatos
    independentes, mas é a única integrante de língua portuguesa.
    As primeiras mulheres a serem eleitas para o grupo foram Paula Escarameia de Portugal
    e Xue Hanqin, da China.
    O que ocorreu apenas em 2001.
    Os participantes do evento pediram aos países-membros que considerem a possibilidade de aumentar
    a participação feminina na próxima eleição.
    O Destaque ONU News vai terminando, mas não esqueça de acompanhar estas e outras notícias
    no nosso site e nas redes sociais.
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    Ali você segue o Jornal da ONU no rádio, que hoje é apresentado por Leda Letra.
    Na próxima segunda, será feriado aqui na ONU e não teremos o Destaque ao vivo.
    Neste caso, voltamos na terça-feira.
    Desejamos a você um bom fim de semana.
    E hoje, vai um abraço para quem nos segue de Caxias do Sul, no Brasil, e de Londres, no Reino Unido.
    Até a próxima!
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